20/10 – Jovens viralizam nas redes com fotos de placas em universidades criadas por Haddad

Quando ministro da Educação, ele criou 18 novas universidades federais, 173 campus universitários e 360 unidades dos institutos federais, expandindo número de alunos de 505 mil para 932 mil
por Rede Brasil Atual

REPRODUÇÃO
Estudantes

Estudantes divulgam fotos nas redes sociais para mostrar as realizações de Haddad ministro da Educação

São Paulo – Estudantes de todo o país estão compartilhando fotos nas redes sociais ao lado das placas de inauguração das quase 600 unidades de educação federal criadas pelo ex-ministro e atual candidato a presidente da República Fernando Haddad (PT) para expor um pouco do que foi feito na gestão dele. Haddad foi ministro entre 2005 e 2012. Nesse período foram criadas 18 novas universidades federais, 173 campus universitários e 360 unidades dos institutos federais, expandindo número total de alunos de 505 mil para 932 mil na rede federal em todo o país.

Universidades Federais do Acre, do Amazonas, Rural do Rio de Janeiro e Goiás, além dos Institutos Federais do Rio Grande do Norte e do Paraná estão entre os retratados. Junto os jovens postam mensagens de apoio ao candidato, como “Haddad Sim” e “-Armas +Educação”. Haddad implementou também o Programa Universidade para Todos (Prouni), que concede bolsas de estudo em universidades privadas para estudantes de baixa renda. O programa foi porta de entrada de aproximadamente 1,5 milhão de jovens ao ensino superior.

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Na sua gestão também foi realizada a reformulação do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Haddad determinou o fim da exigência de fiador por parte do estudante. O governo federal assumiu esse papel e o programa expandiu, chegando a 150 mil contratos firmados. O ex-ministro também foi responsável pela reformulação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que, com a criação do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), passou a ser o vestibular único de acesso às universidades federais e algumas estaduais.

Haddad coordenou uma mudança na concepção da aplicação da verba na educação, que passou a ser considerada investimento e não gasto. Em 2005, quando ele assumiu a pasta, o orçamento era de R$ 20 bilhões. Sete anos depois a verba foi aumentada para R$ 100 bilhões. Ele ainda revogou a Desvinculação das Receitas da União (DRU), criada no governo de Itamar Franco, que permitia a retirada de 20% dos recursos da educação para realocação no superávit primário.

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O candidato do PT também articulou a aprovação da Lei nº 11.738/2008, que estabeleceu um piso salarial para todos os professores da educação básica no país. Infelizmente, alguns estados, como São Paulo, ainda descumprem a norma. Em 2009, quando a legislação foi promulgada, cerca de 37% dos professores do país recebiam salários menores que o piso – R$ 950. A evolução do piso foi de R$ 1.024,67, em 2010; R$ 1.187,14, em 2011; e R$ 1.451, em 2012.

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